Uma morada pensada para a convivência, livre de barreiras e integrada com o jardim. Construída inteiramente em estrutura de concreto, ocupa 160 m² de uma antiga vila paulistana e revela um jeito supermoderno de morar. O lar que o arquiteto Luiz Paulo Andrade construiu para viver com a esposa e as filhas foi feito para perdurar no tempo, acumulando memórias familiares em seus ambientes abertos e acolhedores. Por todas essas razões, ela foi a escolhida para estrelar o próximo episódio da websérie que faço em parceria com a Votorantim Cimentos. O vídeo irá ao ar amanhã, mas que tal já se familiarizar com esta história? Olha só:

Alguns anos depois de abrir seu escritório na Vila Madalena, Luiz Paulo Andrade decidiu trazer a sua vida toda para o bairro. Cansado de encarar diariamente trajetos longos e desgastantes até o Itaim, bairro onde morava, estava certo que sua família viveria com mais conforto e tranquilidade na região oeste da cidade. O sonho tornou-se realidade ao descobrir uma vila de casas a apenas alguns passos do seu endereço de trabalho.

“Na época, um arquiteto que trabalhava comigo alugou uma casa na rua. Foi aí que gente começou a ter um contato maior com a vila, a conhecer os moradores e a gostar realmente do espaço”, relembra.

O Luiz agarrou a oportunidade e adquiriu na rua sem saída um imóvel superantigo e malconservado, mas que ficava em um terreno cheio de potencial. Depois de pôr a casa inteira abaixo, se lançou na aventura de construir a nova morada incorporando ao projeto características dos trabalhos desenvolvidos pelo seu escritório. “Eu tinha um programa relativamente grande para a casa, apesar do terreno ser pequeno. Eu não abriria mão de ter um jardim e um living confortável, amplo e iluminado”, conta. A nova construção foi erguida em concreto armado, material que não foi escolhido por acaso. Além de conferir à arquitetura um charme brutalista, possibilitou um volume pequeno de acabamentos, o que acelerou e barateou a etapa de finalização da obra: “Ele é prático, perene e de fácil manutenção”. 

É realmente incrível a leveza e fluidez que o projeto transmite apesar do concreto estar presente em peso em todos os ambientes. Grande parte dessa sensação é fruto das grandes aberturas de vidro que substituíram as fachadas da frente e dos fundos. Graças aos caixilhos a casa se abre completamente para o jardim onde a família passa boa parte do tempo livre, muitas vezes na companhia de amigos. Da mesma forma que o living, a cozinha também se integra ao exterior, mas de uma maneira um pouco mais sutil. O arquiteto criou uma extensa bancada de refeições do lado de fora que se conecta à mesa de jantar através de janelas. Boa ideia, né?!! 

Bom, amanhã é dia de conferir a entrevista em vídeo que fizemos com o Luiz. Ele vai contar mais a fundo sobre o projeto e construção da casa cuja estrutura foi concretada in loco! Até 😉

Fotos: Vivi Terra