Fotos: Casas do Alto / Divulgação

Nesta semana, tive a oportunidade de visitar uma casa projetada nos anos 70 por um dos maiores nomes da arquitetura brasileira e mundial, Paulo Mendes da Rocha! Há anos eu queria filmar essa obra-prima e, desta vez, finalmente deu certo em um Open House inesquecível no nosso canal, à convite do PilarHomes.

Se eu não morasse na minha casa hoje, não tenho a menor sombra de dúvidas de que esse bairro, o Alto da Boa Vista, seria o meu escolhido para viver aqui em São Paulo. A tranquilidade desse lugar é algo inexplicável, a gente jura que não está na capital. Conheço moradores daqui que me dizem que, aos finais de semana, não sentem a menor necessidade de ter uma casa de campo ou viajar, porque viver aqui já é uma constante experiência de refúgio.

Para esse tour tão especial, eu tive a companhia da Mariana, da imobiliária Casas do Alto — uma parceira do PilarHomes, que faz um trabalho incrível na divulgação de imobiliárias de alto padrão que valem a pena conhecermos e acompanharmos. Mas o texto aqui vai ser apenas um spoiler de tudo o que mostramos, porque a experiência completa de caminhar por essa obra-prima você só sente assistindo ao vídeo completo no YouTube!

O concreto, o verde e uma planta genial

Encomendada nos anos 70 pelo senhor James, fã do trabalho do arquiteto e que queria um espaço perfeito para ver a família crescer, a casa está implantada em um terreno espetacular de 2.522m², com uma área construída de 500 m².

A arquitetura brutalista salta aos olhos: a estrutura é suspensa por 8 pilares, o que torna o terreno 100% aproveitável e cria um vão livre monumental no pavimento inferior. O contraste do concreto aparente com o verde exuberante do condomínio é de tirar o fôlego. E sabe qual é uma das maiores surpresas que eu revelo logo no começo do vídeo? A casa passou um tempo fechada e a umidade é zero! O projeto é tão bem pensado, arejado e com uma ventilação cruzada tão perfeita que você não sente absolutamente nenhum cheiro de mofo, uma dúvida muito comum quando as pessoas pensam em estruturas de concreto.

Logo na entrada, somos recebidos por um escritório e um verdadeiro tesouro que eu mostro em detalhes na gravação: os croquis originais do projeto e revistas da época, como a Casa Vogue, mostrando a residência ainda em seus primeiros anos e com carros antigos estacionados no vão livre.

Integração total e o charme dos anos 70

No pavimento principal, o living open space se integra totalmente com a natureza através dos imensos fechamentos laterais em vidro, uma marca registrada de Paulo Mendes da Rocha. A sensação na sala é, literalmente, a de estar flutuando em meio às copas das árvores.

Esses são alguns dos detalhes mais fascinantes da cozinha e da área social que preservam a alma daquela década:

As prateleiras originais em pedra e as maçanetas icônicas que se repetem por toda a casa.

O piso em ladrilho hidráulico original, que se mantém impecável e com as cores propostas na década de 70.

As tomadas redondinhas de época que percorrem as paredes, um charme retrô irresistível.

Uma sutil e elegante mudança no desenho do piso que delimitava a antiga mesa de jantar.

A ala íntima e a flexibilidade da suíte americana

Se a área social impressiona pela abertura, a área íntima surpreende pela total privacidade. A casa conta com 4 dormitórios, e a circulação aqui é uma das coisas mais inteligentes que já vi na arquitetura residencial. Os quartos são interligados por dentro através de portas de correr, permitindo que os moradores integrem ou modelem os espaços conforme a necessidade.

É o famoso conceito de suíte americana, onde dois quartos podem dividir o mesmo banheiro, mas com uma flexibilidade tão grande na planta que você pode facilmente transformar um dos dormitórios em um home office ou sala de TV íntima. Ah, e todos os banheiros já foram revitalizados e contam com uma iluminação zenital (claraboia) maravilhosa, que enche os espaços de luz natural. Para completar, todos os quartos se abrem diretamente para a área da piscina.

Um verdadeiro bosque particular

Na parte externa, a sensação de estar em uma casa de campo se consolida. O teto da casa foi projetado para manter uma lâmina d’água constante, o que ajuda a resfriar a temperatura interna naturalmente. Além disso, a propriedade conta com placas solares e sistema de aquecimento via boiler.

O jardim, que conta com uma árvore de urucum linda no quintal e um projeto para futura área gourmet ao lado da piscina profunda, é um convite para esquecer o ritmo acelerado de São Paulo.

Por ser uma casa tombada, a fachada e os elementos estruturais originais devem ser mantidos (o que preserva esse patrimônio magnífico), mas a dinâmica interna e as atualizações tecnológicas (como a instalação de ar-condicionado, se o novo morador desejar) são totalmente permitidas e fáceis de adaptar. Ela está pronta para receber uma nova história.

Casas do Alto: especialistas com alma de bairro

Quem está trazendo essa oportunidade única ao mercado é a Casas do Alto. Eu adorei conhecer a fundo o trabalho deles porque a história dessa imobiliária se confunde de forma muito bonita com a do próprio Alto da Boa Vista. Os fundadores cresceram aqui, construíram suas raízes e acompanharam de perto cada transformação da região.

Se você se encantou por este verdadeiro patrimônio da nossa arquitetura brutalista, a casa está disponível para venda. Ela fica localizada em um dos condomínios mais reservados, exclusivos e arborizados da Chácara Flora, no Alto da Boa Vista. Vale a pena conferir as informações completas aqui. E se você gostou dessa casa tanto quanto eu, tenho certeza que vai amar a seleção que fiz dos meus imóvelis preferidos do PilarHomes, é só clicar aqui para acessar.

Quer ver o tour completo e se apaixonar por cada canto? Aperte o PLAY para assistir ao vídeo completo do Open House no nosso canal.