Estou fazendo 3 tipos de coberturas da Casa Cor São Paulo 2018. Vou te contar exatamente para vc não se perder rssss

  • Stories: sem pressa irei alguns (vários) dias na Casa Cor mostrar os detalhes do que mais me chamou a atenção e esse conteúdo estará tanto nas 24h do Stories quanto nos destaques do meu perfil do Instagram para que você possa rever com calma
  • No blog na área de Projetos: é só vc ir em Mostrar que os ambientes que mais gostei estarão retratados lá, neste espaço usamos como base para o texto o release e as explicações que os próprios profissionais nos dão.
  • Aqui no no blog mesmo escrito em primeira pessoa: nestes posts irei retratar ambientes que me tocaram por algum motivo, seja pelo conceito, resultado estético ou proposta. Neste espaço eu registrarei minhas impressões pessoais sobre os projetos, e não tenho aqui a pretenção de falar de todos, só realmente os que me marcaram muito.

Vou começar pelo ambiente de Juliana Pippi. Gosto muito da arquiteta e já fiz inclusive o Open House dela AQUI. Acho a Juliana uma mulher do nosso tempo, conectada, atenta e muito, muito boa no que faz. Exatamente por ser uma pessoa atual levou para a Casa Cor um questionamento que esta nas entranhas da vida de todos e que eu tenho certeza aflige muita gente: O TEMPO.

O tempo natural das coisas, o slow design, a paz e, consequentemente, o manual, o “feito com alma”. A Juliana selecionou criteriosamente os parceiros que iriam ajudá-la a contar a história da SALA TOKI #ummergulhonomeutempo. Rosa Pink, Inês Schertel, Domingos Tótora, Ana Neute, Kiolo, Walmor Correa, Hideko Honma, Clara Fernandes… enfim só gente que produz com alma.

E como todo trabalho da Juliana esta costurado e encadeado de sentido quero te contar uma coisa, até as indústrias que ela escolheu para estarem a seu lado na Casa Cor tem sinergia com o conceito do projeto. Para quem me acompanhou ontem no Stories eu estive cobrindo diversos espaços que estavam utilizando produtos do Grupo Indusparquet (sim pq agora além da Indusparquet, quejá conhecemos, a Masterpiso faz parte também do grupo) e quando cheguei no espaço da Juliana a surpresa: ela usou a Linha Masterpiso Collection no… TETO. O resultado você mesmo pode ver nas fotos. Apesar do pé direito ser enorme, se for chutar diria que tem uns 4 metros lá, a sensação que tenho é de total acolhimento, e isso muito por conta do revestimento do teto.

Bom, mas onde esta a sinergia do espaço com o produto né? Quando falamos de slow design conceitos relacionados a sustentabilidade permeiam o tema e o piso que a arquiteta escolheu, além de dispensar verniz e lixa, é feito de madeira engenheirada, o que significa que esta é uma opção de revestimento sustentável e ecologicamente correto. Provando que a indústria também é capaz que de se atualizar o colocar no mercado a melhor qualidade de produto que podemos ter acesso respeitando o mundo.

E aí, me fala um pouco nos comentários o que vc achou do espaço da Juliana!


Fotografia linda assinada pelo Kiolo.