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ALAMEDA DOS MESTRES | FENEARTE 2015

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07.07.2015 10:41:00

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ALAMEDA DOS MESTRES | FENEARTE 2015

 

Quem acompanha o Casa de Valentina deve se lembrar que visitamos a Fenearte em algumas ocasiões. Depois de um tempinho sem aterrissar no Recife para a maior feira de arte popular da América Latina, voltamos e com muita empolgação! É que ver de pertinho essa expressão única da cultura brasileira é realmente emocionante e digna de muito orgulho. Além de valorizar e difundir a produção artesanal, a feira também tem um papel importante para os próprios artistas, que ganham visibilidade e com isso, um potencial enorme de crescimento.

 

Aqui vai uma dica: a Fenearte é para ser desbravada aos poucos, porque é longa e recheada dos mais variados estilos de produtos, vindos dos quatro cantos do país e também do mundo. São mais de 5 mil expositores divididos em cerca de 800 espaços, numa área de 29 mil m² no Pavilhão do Centro de convenções, em Olinda. Então, quem estiver de passagem pela “Veneza brasileira” vale se programar direitinho e talvez dividir a visita em dois ou mais dias. Muito bem organizada, ela conta com alas específicas e logo na entrada nos deparamos com o coração da feira: a Alameda dos Mestres Janete Costa. Que tal uma visita virtual pelas maravilhas que encontramos por lá?

 

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Nada mais justo do que começarmos com um dos homenageados da Fenearte: o Mestre Nuca de Tracunhaém, que ficou conhecido pelos leões de cabelos cacheados. O mais bacana dos saberes tradicionais  é que eles são transmitidos de geração em geração, mantendo sempre viva a arte dos grandes mestres. E esse é o caso de Nuca, cujos filhos seguem reproduzindo os seus ensinamentos. Olha só:

 

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As cabeças de cerâmica e os pratos são feitos pela Cida Lima enquanto os santos e animais são criações da Neguinha. O trabalho da dupla de Belo Jardim é mesmo primoroso, né?

 

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Os valores: Cabeça grande – R$80 | Cabeça média – R$18 | Cabeça pequena – R$15 | Pratos – R$20. O telefone de contato da Cida é (87) 9258-9346.  

 

Decoração de:

 

As santas da Neguinha custam R$50 e o contado dela é (87) 9104-3465.

 

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Assim como os filhos do Mestre Nuca, as filhas da Ana das Carrancas, Maria da Cruz e Angela Lima, dão continuidade à produção das peças criadas pela mãe. A Maria me contou que para aprimorar a qualidade do barro ele deve passar por uma peneira que retira os detritos. Assim, quando o objeto é queimado fica lisinho e perfeito.

 

Esse pratinho charmoso da foto tem o tamanho de um pires e custa apenas R$20. Seguem os contatos da Maria da Cruz para encomendas: (87) 3031-8319 | anadascarrancas@bol.com.br

 

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O ceramista José Veríssimo cria imagens figurativas, como mulheres, tapioqueiras (R$180 cada) e as “gordinhas”, como chama as esculturas da foto acima (elas custam R$ 170 cada). Ele também produz vasos e utilitários, como a fruteira que tem as cabeças como base. Lindo!

 

Vaso – R$ 170 | Fruteira – R$ 200. Contatos: (87) 3761-7873 | (87) 9912-3426 | e-mail: jverissimo10@hotmail.com

 

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Lembram do Tiago Amorim? O artista faz lindas pinhas em formatos diversos, como peixes e rostos. Ele também produz peças maiores, como bancos e mesas em forma de patos e capivaras. Contatos: (87) 3429-1230 | e-mail: tres.amorimtiago@hotmail.com

 

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Fida é considerado um dos grandes mestres da arte popular de Pernambuco e marca presença na Fenearte e em outra feiras do segmento. Além das santas de madeira (R$100), o artista esculpe também ex-votos e o famoso homem-cata-vento. Contatos do Fida: (87) 99103-8273 | (87) 98103-4676 | e-mail: mestrefida@gmail.com

 

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O Luiz esculpe em madeira imburana figuras regionais, santos, animais e a vegetação típica do sertão. Contatos: (87) 9638-3929 | (87) 9144-3335.

 

Decoração de:

 

A ceramista Maria Amélia foi uma das pioneiras da arte popular de Tracunhaém. Ela começou a transformar o barro em figuras humanas e animais ainda criança, sob a influência do seu pai, o Mestre Dunde. Os santos e santas com mantos trabalhados são sua marca registrada.

 

Decoração de:

 

O Mestre Rosalvo esculpe santas coloridas em cedro e imburana também. O preço varia de R$ 260 reais (santas da foto) até R$ 540, para um trabalho maior e mais elaborado, como a Sagrada Família da foto abaixo. Lindo trabalho! Para encomendar a sua: (87) 8843-7315.

 

Decoração de:

 

Gostou dos tesouros que encontramos na Fenearte? Então, prepare-se, porque amanhã tem mais! ;-)

 

Decoração de:

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Daniela Nader/Divulgação | Carol Colesanti

OPEN HOUSE | BAIXO E MARIANA

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06.07.2015 12:25:00

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RIORES

Open House

OPEN HOUSE | BAIXO E MARIANA

 

O que esperar do lar de um casal que vive e respira arte? Nada menos do que espaços tomados por obras que agregam significados e falam das experiências e valores de seus moradores. Até mesmo as paredes da casa, além de acolher, devem assumir a função de suporte para a sua produção artística e coleções, sendo transformadas em uma espécie de galeria intimista que reúne preciosidades muito pessoais. Lá no sobradinho geminado onde moram o curador e professor Baixo Ribeiro e a artista plástica e arquiteta Mariana Pabst Martins o dia a dia e a arte se misturam dessa forma.

PAREDES GALERIAS, COLEÇÕES, ESCULTURAS E CORES LEVAM CHARME À MORADA.

O imóvel fica localizado em Perdizes, bairro paulistano adorado pelo casal. “Sempre gostei daqui. A casa fica perto de onde era o atelier do meu pai e também do metrô”, explica a artista plástica. O jeitinho particular da região encanta o Baixo e a Mariana por lembrar os bairros antigos. Lá, a vida parece se desenrolar sem pressa. As pessoas se conhecem, as contruções residenciais e comerciais convivem lado a lado e as tradicionais feiras desenbocam em frente às casas, convidadando todos os moradores a desfrutarem do espaço público.

 

Decoração de: HallDecoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: EscadaDecoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes

 

Para o casal, decorar os ambientes da casa foi muito divertido e feito sem pressa ou perfeição. No entanto, Mariana considera o processo como algo contínuo, que vai se transformando com o tempo e as vontades dos moradores: “Mudo sempre a decoração. Tenho o hábito de trocar os móveis de lugar, pinto as paredes e tento encaixar mais quadros!”.  Ali não há espaço para regras ou modismos. O que impera é um olhar diferenciado para as peças e objetos e a maneira particular de como elas são expostas pelos cômodos. Tanto Baixo como Mariana têm experiência de sobra no assunto: os dois são os fundadores - ao lado do historiador Eduardo Saretta - da Choque Cultural, galeria superbacana que, além de representar jovens artistas, comunica-se muito bem com as gerações mais novas, curiosas em conhecer esse universo, mas de uma forma mais despojada.   

 

Decoração de: Sala de estarDecoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes

 

Os ambientes internos do sobrado são um deleite aos olhos curiosos. Dá para passar horas e horas passeando pelos quadros lindos que recobrem a estrutura e pelas esculturas que tomam as superfícies. Dentro dos móveis reina a enorme coleção de discos de vinil, livros e mais alguns tesouros artísticos da dupla e as paredes receberam ainda mais amor com camadas de tintas coloridas, que vão do amarelo vibrante, ao lilás do quarto do casal. Para deixar a casa ainda mais interessante, única e carregada de memória afetiva, grande parte do mobiliário utilizado foi herdada da família da Mariana: “Não procuro pechinchas de decoração. Complemento os ambientes com pequenas peças que considero especiais”, afirma. Com muitas referências, ideias e arte, esse lar transparece a personalidade de seus moradores como poucos. “NÓS fazemos da nossa casa um lar!”, finaliza.

 

Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes Decoração de: Quarto de casalDecoração de: Detalhes Decoração de: Detalhes

 

Difícil de encontrar uma casa tão única como a do Baixo e da Mariana, né? Adoramos! Veja mais imagens na galeria abaixo e não deixe de conferir os produtos selecionados pelo casal AQUI.

 

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Fotos: Julia Ribeiro

INSPIRAÇÃO INSTA | MEDO DA PRESSA

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03.07.2015 15:00:00

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INSPIRAÇÃO INSTA | MEDO DA PRESSA

 

 

Adoramos encontrar perfis lindos e interessantes no Instagram! É sempre uma surpresa gostosa quando o nosso feed é inundado de imagens feitas com muito carinho e cuidado e é por isso que hoje indicamos o @medodapressa. Ele pertence à dupla Izabela Melo e Vitória Cabral, que comandam o blog que leva o mesmo nome.

 

Por lá você vai encontrar imagens de tudo que mexe com os sentidos – e o coração- das meninas: tem quitutes doces de dar água na boca, looks do dia lindos e descolados, um pouquinho de beauté, inspiração de décor e flashs de cantinhos supercharmosos das casas delas. O Insta @medodapressa é um verdadeiro diário que vale uma pausa na correria do seu dia, com certeza! Seguindo o lema da Izabela e da Vitória, percorra os tesouros compartilhados por elas com calma, inspire-se e deixe que a beleza invada o seu mundo:

 

Decoração de:

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@medodapressa | Instagram

BOLO CROCANTE DE NOZES

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03.07.2015 06:48:00

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BOLO CROCANTE DE NOZES

 

Tá com um tempinho livre na agenda? Não? Ahh, mas a nossa sugestão vale mesmo assim! A receita do dia é daquelas ligeiras que a gente adora, mas o resultado é tão gracioso que parece que dependeu de muito empenho e algumas horinhas para ser preparada, rsss... Quem logo pensou em bolo acertou! O de hoje é ao mesmo tempo molhadinho e crocante, recheado de nozes – imagina só que delicia uma fatia e um cafezinho... A receita é da Chef Bia Diniz, que é especialista na confeitaria sem glúten. Mas caso você não tenha problemas com ele, aqui abaixo nos ingredientes você vai reparar que pode substituir a farinha sem glúten pela mesma quantidade de farinha de trigo – superversátil! ADORAMOS!! Sem contar que as fotos que a Bia mandou estão tão lindas... Suspirando e sonhando com ele aqui no meu café da manhã, rsss:

 

Ingredientes


3 ovos
1 xic de chá e 1/2 de Farinha Sem Glúten (ou de trigo)
1 xic de leite
1 xic de açúcar orgânico
1 xic de nozes
1 clh de chá de fermento
1 xic de óleo de canola (ou 1/2 xic de óleo de coco)

 

 

Modo de Preparo


Bata por 3 minutos no liquidificador os ovos, óleo, açúcar e leite.
Misture a farinha com o fermento, e vá adicionando aos poucos essa mistura ao líquido, bata no modo pulsar cada vez que adicionar uma colher da mistura.
Por último adicione as nozes, e bata em velocodade alta por 2 minutos.
Unte uma forma com óleo ou prepare uma forma de silicone e despeje a mistura.
Deixe assar por 30 minutos.
Tire do forno, deixe esfriar por 15 minutos antes de desenformar.

 

 

Esse bolo é uma delícia quando servido ainda quentinho.

Você pode adicionar raspa de laranja, canela ou gotas de chocolate na massa para aromatizar e deixar seu bolo mais saboroso e perfumado ;-)

 

Decoração de:

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Beatriz Diniz

CERÂMICA DE TRACUNHAÉM | FENEARTE 2015

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02.07.2015 08:01:00

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CERÂMICA DE TRACUNHAÉM | FENEARTE 2015

 

Em Tracunhaém ou barro vira santo ou vira panela”. A frase emblemática foi imortalizada por Manoel Borges da Silva, mais conhecido como Mestre Nuca, um dos mais importantes artistas populares de Pernambuco, que faleceu no ano passado. Tracunhaém, uma pequena cidade localizada na Zona da Mata, à cerca de 72 Km de Recife, é o berço do artesanato feito em barro e abrigou muitos mestres ceramistas, além do próprio Nuca: Maria Amélia da Silva e Zezinho de Tracunhaém são alguns dos representantes dessa tradição tão enraizada na cultura pernambucana.   

 

Para se ter uma noção da importância do artesanato em Tracunhaém, ele é uma das maiores fontes de renda para muitos habitantes da região - junto do cultivo da cana-de-açúcar - e o ofício é ensinado desde cedo nas escolas. A arte do manuseio do barro passeia pelas gerações desde do período colonial, quando o material era transformado nas cerâmicas utilitárias, como as panelas da frase de Nuca. No entanto, os ventos começaram a mudar a partir da década de 1940. É nesse momento que a arte figurativa ganha seu lugar ao sol e os artesãos passam a criar esculturas decorativas. Imagens religiosas, bonecos, figuras humanas e bichos são alguns dos assuntos retratados por eles, cada qual com sua própria identidade.

 

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Mestre Nuca de Tracunhaém, por exemplo, ficou conhecido pelos leões com jubas encaracoladas – sua marca registrada. Ele criou o primeiro em 1968 e os cachos foram ideia de sua mulher, Maria, que sugeriu que ele replicasse no bicho os cabelos que fazia nas bonecas. E olha só... Mestre Nuca, ao lado do poeta popular Louro do Pajeú, é o grande homenageado da Fenearte 2015, uma feira bacanérrima e imensa no Recife que reúne cerca de 800 expositores, entre artistas populares e mestres artesãos. Para você que se interessou pelo assunto, é bom ficar de olho aqui no blog, hein! O Casa de Valentina já aterrizou na cidade e vai explora – e garimpar – todas as riquezas culturais que serão apresentadas na Fenearte. IMPERDÍVEL!!!

 

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