Depois de MUITO resistir estou começando a buscar apartamento. Na realidade sempre sempre sempre pensei em me mudar para uma casa, mas eu já tenho muito claro na minha cabeça qual casa que eu quero, o tamanho do terreno e tudo mais. Daí, quando comecei a buscar vi que o imaginava era praticamente impossível: um terreno de cerca de 600m² perto de algum parque legal, numa rua fechada ou dentro de um condomínio. Quando começava a descrever este espaço os corretores só faltavam soltar uma gargalhada na minha cara 🙁

Bom, mas como nada na vida é imutável e o mantra do meu marido falando que apartamento é mais tranquilo, dá menos trabalho, etc. Eu dei o braço a torcer – e quem me conhece sabe o quanto isso é custoso – e decidi começar a ver apartamento.

Claro que estou vendo num ritmo de tartaruga, só de pensar em sair do meu me dá uma preguiça indescritível. ADORO o prédio, os meus vizinhos (sério, acho que vai ser difícil encontrar um outro prédio com tanta gente bacana reunida) e já me acostumei muito com a localização – perto do Parque do Ibirapuera.

Bom, mas pq estou te contando tudo isso né?

É que nas minha pesquisas uma coisa sempre me intrigou muito. Pq ao ver apartamentos nórdicos sempre acho que são bem maiores que o meu apê, mesmo eles tendo uma metragem bem menor?

Alguns devaneios da minha parte me levar a crer que essa ilusão se deve aos seguintes fatores:

  1. praticamente não existe área de serviço nestes apartamentos
  2. os nórdicos não são acumuladores de móveis e objetos, já nasceram com o chip Marie Kondo instalado
  3. as mesinhas de centro são quase sempre bem pequenas, o que deixa muita área livre para circulação
  4. o pé direito é sempre alto, o que simula uma maior amplitude

Bom, com isso em mente já vou começar a pesquisar mais e mais referências de apês rssss

Enquanto iss, deixo você com este apê de 106m² em um prédio de 1886 só para você ver um exemplo de apartamento com essas características que citei logo acima.